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Seguro de vida: quanto de cobertura faz sentido

Como fazer a conta do capital?

Pense em três partes. As despesas fixas da casa por mês, multiplicadas pelos anos de que a família precisaria para se adaptar. As dívidas que não deveriam ficar para ninguém, como financiamento. E os planos que precisam continuar, como escola e faculdade.

O resultado é uma referência, não uma regra. A conversa com um corretor ajuda a ajustar ao seu momento.

O seguro de vida serve só para depois da morte?

Não. Muitos planos incluem coberturas em vida: invalidez por acidente ou doença, diagnóstico de doenças graves, diárias de internação e assistência funeral. Essas coberturas podem pesar mais na decisão do que a principal.

O valor do seguro entra em inventário?

Pelo Código Civil, o capital do seguro de vida não é considerado herança. Ele é pago diretamente aos beneficiários indicados na apólice, sem passar pelo inventário. Por isso vale manter os beneficiários atualizados.

Fontes

Texto informativo. Coberturas, prazos e condições variam entre seguradoras e produtos. Vale o que está na proposta e nas condições gerais da apólice.

Outras dúvidas sobre o assunto

Quem não tem filhos precisa de seguro de vida?

Pode precisar, se alguém depende da sua renda, se você tem dívidas compartilhadas ou se quer as coberturas em vida, como invalidez e doenças graves.

O seguro de vida da empresa basta?

O seguro em grupo costuma ter capital limitado e acaba quando você sai da empresa. Vale comparar com o que a família precisaria de verdade.

Posso trocar os beneficiários depois?

Sim. Em geral basta pedir à seguradora a alteração, a qualquer momento da vigência.

Ficou alguma dúvida sobre o seguro?

Converse com a MEMK antes de decidir. A equipe ajuda a conferir coberturas, valores e condições.

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